segunda-feira, 11 de maio de 2009

Governo e Educação iniciam negociações trabalhistas


Maior categoria do Estado inicia calendário de negociações estipulado pelo Governo
Maior categoria do Estado iniciou o calendário de negociações estipulado pelo Governo A reunião do Governo do Estado com os representantes da Educação, categoria que agrega 50% do funcionalismo público estatal, inaugurou a série de negociações trabalhistas marcadas para o mês de maio.

Entre as reivindicações da Educação foram destacados alguns pontos principais:

o retorno da regência de sala;

aumento de R$ 30 no piso do funcionalismo que hoje é de R$ 420;

implantação do piso nacional para os professores com nível médio (que era R$ 950 e vai passar para R$ 1132,40);

a formação superior para os gestores das escolas de nível médio

e o reenquadramento de tabela.

"Muitos trabalhadores em Educação já estão com idade e tempo de serviço para se aposentar e ainda não estão nem na metade da tabela", explica o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre (Sinteac), Manoel Lima.


Segundo o assessor do Governo, Francisco Nepomuceno, o Carioca, a implantação do piso nacional para professores com nível médio é uma lei federal e, portanto, deve ser obedecida.

"O que nós vamos discutir é como se dará esta implementação. Entre as reivindicações da categoria o que o Governo do Estado considera mais importante é o retorno da regência, pois assim vamos trabalhar a produtividade dos professores e ganhar mais qualidade em sala de aula. Este é um ponto que temos muito interesse em discutir. Acredito que as negociações vão avançar de forma positiva", disse.


Ao final da reunião, os representantes da categoria ficaram de levar os avanços em cada ponto discutido com o governo para a assembléia, que deve acontecer na próxima segunda-feira, 11, e uma nova reunião está agendada com os assessores do Governo para terça-feira, 12.
Notícia publicada no site da Agência de Notícias do Acre

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