quinta-feira, 29 de junho de 2017

Reforma Trabalhista passa na CCJ, mas governo se desmoraliza

Em resposta, oposição conclama sociedade a fortalecer as mobilizações e a greve do dia 30

Reprodução

Passava das 23 horas da quarta-feira (28/06), quando a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal aprovou o relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR) da Reforma Trabalhista por 16 votos a favor, 9 votos contra e uma abstenção. Em seguida, os senadores discutiram e rejeittaram todas as emendas propostas pelos senadores, mantendo inalterado o texto aprovado pela Câmra dos Deputados..

Após mais de 24 horas de sessão, a difícil aprovação do relatório sobre o PLC 38/2017 indica o tamanho da batalha no plenário do Senado, na votação da Reforma Trabalhista, prevista para 5 ou 12 de julho, antes do recesso.

O senador Paulo Paim conclamou a população a fazer “um grito silencioso do Brasil contra as reformas na sexta-feira, dia 30, numa grande mobilização”.

Os senadores e as senadoras da oposição passaram o dia ao microfone, primeiro lendo os votos em separado e depois fazendo uso de todas as intervenções permitidas pelo regimento, sempre denunciando os diversos absurdos presentes na tramitação dessa alteração da legislação trabalhista.

Dentre os temas em debate estiveram as diversas inconstitucionalidades do projeto e o fato de que o governo impôs à sua base no Senado a obrigação de aprovar a ReformaTrabalhista tal como foi aprovada na Câmara dos Deputados, sem nenhuma alteração..

Diante da reação constrangida da base do governo golpista, a senadora Gleisi Hoffmann comentou: “A vergonha é tão grande que os governistas nem tem coragem de comemorar”.

A reunião da CCJ se encerrou às 23h55, após a votação dos destaques (todos derrubados pelo governo), em meio a uma grande confusão. Para garantir o regime de urgência na tramitação da reforma, permitindo o envio imediato do texto para o plenário, o presidente da Comissão, senador Edison Lobão, fez uma votação pro forma, pronunciando a frase: "os que forem a favor permaneçam como estão". Com isso, considerou a urgência aprovada e encerrou a sessão, sob protestos da oposição.

VEJA COMO VOTARAM OS SENADORES DA CCJ

Votos SIM:

Jader Barbalho (PMDB/PA)
Romero Jucá (PMDB/RR)
Simone Tebet (PMDB/MS)
Valdir Raupp (PMDB/RO)
Marta Suplicy (PMDB/SP)
Paulo Bauer (PSDB/SC)
Antônio Anastasia (PSDB/MG)
Ricardo Ferraço (PSDB/ES)
José Serra (PSDB/SP)
Maria do Carmo (DEM/SE)
Benedito de Lira (PP/AL)
Wilder Morais (PP/GO)
Roberto Rocha (PSB/MA)
Armando Monteiro (PTB/PE)
Eduardo Lopes (PRB/RJ)
Cidinho Santos (PR/MT)

• Votos NÃO

Eduardo Braga (PMDB/AM)
Jorge Viana (PT/AC)
José Pimentel (PT/CE)
Fátima Bezerra (PT/RN)
Gleisi Hoffmann (PT/PR)
Paulo Paim (PT/RS)
Ângela Portela (PDT/RR)
Antônio Carlos Valadares (PSB/SE)
Randolfe Rodrigues (REDE/AP)

• 1 Abstenção

Lasier Martins (PSD/RS)

Escrito por: CUT • Publicado em: 28/06/2017 

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Lei de terceirização é alvo de ação de Janot no STF

Procurador-geral questiona constitucionalidade do projeto que pode precarizar as relações de trabalho no Brasil

Na última segunda-feira (26), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Superior Tribunal Federal (STF) questionando a lei que autoriza a terceirização em todas as atividades das empresas.

No texto da ação, Janot alerta para a precarização dos postos de trabalho, já que o projeto que autoriza a terceirização, segundo o procurador-geral, fere as legislações que regem as relações de trabalho.

“Sem deferimento de medida cautelar pelo Supremo Tribunal, novos postos de trabalho que venham a ser criados em atividades permanentemente necessárias à empresa, ainda que de forma intermitente, periódica ou sazonal, também podem ser submetidos a regime de locação de mão de obra temporária, em prejuízo do regime de emprego constitucional e, por conseguinte, da proteção social constitucionalmente destinada aos trabalhadores”, afirma Janot.

Com manobra questionada por diversos setores da sociedade, a Câmara dos Deputados ressucitou e aprovou, no último dia 22 de março, um projeto de lei de 1998, que autoriza a terceirização em todas as atividades das empresas.

O projeto foi sancionado pelo presidente ilegítimo Michel Temer em 31 de março. À época, a CUT criticou, em nota, o PL e a forma como foi conduzida a votação na Câmara.

“A CUT não reconhece qualquer legitimidade nessa votação, feita na calada da noite e a toque de caixa, da atual Câmara dos Deputados, desmoralizada diante da opinião pública nacional e internacional pelos sucessivos atropelos de sua maioria à democracia e aos direitos da classe trabalhadora”, afirmou a Central

Escrito por: Igor Carvalho • Publicado em: 27/06/2017

Fonte: CUT.

terça-feira, 27 de junho de 2017

COMUNICADO IMPORTANTE


NOTA DE PESAR


É com todo pesar que vimos trazer a triste notícia do falecimento da servidora aposentada da Secretaria Estadual de Educação, Maria do Socorro Oliveira Soares, mãe do professor Júnior Soares,  e o falecimento do servidor aposentado da Secretaria Municipal de Obras, senhor João Severo, pai do nosso diretor sindical Aderlândio França. Eles parte deixando-nos muitas lições de amor, amizade, profissionalismo, ética e humanidade. 

As pessoas são insubstituíveis em sua existência, e quando são especiais, além da falta que fazem àqueles que as amam, deixam o mundo mais pobre. 

Não temos palavras para expressar os nossos sentimentos. Pedimos a Deus que conforte o coração dos familiares e amigos neste momento de dor. Que a luz e o amor divino pairem sobre a alma de quem sofre esta imensurável perda, e os console e lhes dê serenidade para atravessar esta tempestade.

A Deus pedimos também que dê ao nosso amigo o merecido repouso eterno em seu reino. Muito respeitosamente, prestamos as nossas condolências e deixamos os nossos mais sinceros pêsames.

Informamos aos nossos associados e associadas que nossa sede encontra-se fechada para atendimento ao público.

CONVOCAÇÃO: ASSEMBLEIA GERAL DOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL.


segunda-feira, 26 de junho de 2017

CENTRAL DOS TRABALHADORES DO BRASIL - CTB/AC. REALIZA CONGRESSO E ELEGE NOVA DIRETORIA COM A PARTICIPAÇÃO DOS PROFESSORES RDO. ACCIOLY E JOÃO MACIEL.


Em clima de unidade e perspectiva de fortalecimento da luta terminou neste sábado (24) o 4º Congresso Estadual da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Acre (CTB-AC).

A atividade, que acontece desde a última sexta-feira (23) e é acompanhada pela secretária de Imprensa e Comunicação da CTB nacional, Raimunda Gomes (Doquinha), elegeu a nova diretoria com a aprovação do professor José Uchoa presidente estadual.

"Fizemos um congresso unitário, alinhado, preparados para o desafio que enfrentamos nesta quadra de dificuldades e lutas", declarou o presidente. Segundo ele, as expectativas da nova gestão são positivas. "Vamos dar início ao processo já na luta. Esperamos que no próximo balanço, a CTB tenha um êxito muito grande para colocar nos debates", expressou em entrevista exclusiva ao Portal CTB. 

O congresso contou com ampla participação dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, da saúde, educação, transporte pesado e público, assistência social, vigilantes, polícia civil e servidores públicos.
A nova diretoria tem a participação de mulheres, jovens e membros do movimento LGBT. e conta com a participação dos sindicalistas Tarauacaenses, professores Rdo. Accioly e João Maciel

Para Uchoa, a atual conjuntura traz desafios para classe trabalhadora e neste cenário o papel da CTB-AC torna-se fundamental na unidade da luta em defesa dos direitos.

Portal CTB.

Central repudia plano do governo golpista de roubar o FGTS

Governo quer usar recursos dos trabalhadores para seguro desemprego e CUT reage com vigor.

A CUT repudiou o anúncio, feito na tarde desta sexta-feira (23) pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, de que o governo golpista de Michel Temer estuda usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para substituir o seguro-desemprego.

Para a direção da CUT, a medida é uma das maiores perversidades já anunciadas pelos golpistas. Segundo a central, a medida é “um assalto a um direito do trabalhador”.

Conforme divulgado, o governo pensa liberar parte do saldo do FGTS em três parcelas, para substituir durante três meses o seguro desemprego.

Assim, em vez de receber recursos públicos, o trabalhador receberia valores que já são dele. Somente depois de três meses, caso permaneça desempregado, o trabalhador poderia requerer o seguro desemprego.

“Existem discussões na área econômica do governo, seja no Ministério da Fazenda, seja no Ministério do Planejamento, seja em outras áreas em diversos níveis, sobre diversas coisas que possam induzir o país a voltar a crescer” disse Meirelles, depois de participar de um evento em São Paulo. Entretanto, o ministro, ex-presidente do Conselho de Administração do grupo JBS, não se preocupou em tentar explicar de que maneira o governo se apropriar de recursos dos trabalhadores para manter uma política social que já existe poderia resultar em crescimento do país. 

Veja a seguir na íntegra a nota oficial da CUT sobre o assunto.

NOTA OFICIAL

Para a CUT, reter parte do FGTS e a multa de 40% do fundo dos trabalhadores demitidos sem justa causa é uma das maiores perversidades do governo ilegitimo e golpista de Temer.

Esse dinheiro não é do governo. É dos trabalhadores. 

Um país com mais de 14 milhões de desempregados tem de pensar em formas de geração de emprego e renda, de proteção ao trabalhador no momento em que este está mais desesperado e, não, confiscar o FGTS.

A CUT tomará todas as medidas de mobilização e legais cabíveis para impedir este novo assalto a um direito do trabalhador.

Escrito por: CUT • Publicado em: 23/06/2017 

Educadores entram no STF contra Emenda que congelou investimento em Educação


A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) ingressou hoje (23) com Ação Direita de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a Emenda Constitucional (EC) 95/2016, promulgada em dezembro do ano passado e que congela por 20 anos os investimentos da União em educação, saúde e outras áreas sociais, admitindo a correção apenas pela inflação do ano anterior.

A medida tem o objetivo de suspender a vigência do artigo 110 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), que instituiu o Novo Regime Fiscal ao fixar um teto para o crescimento dos gastos pelas próximas duas décadas no âmbito dos orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União.

“A norma deverá ser declarada inconstitucional para que seja determinada a retomada da aplicação integral dos critérios de financiamento do ensino público previstos na Constituição Federal”, disse o advogado Gustavo Ramos, do escritório Roberto Caldas, Mauro Menezes & Advogados, que representa a CNTE.

Na avaliação do presidente da CNTE, professor Heleno Araújo, o governo de Michel Temer (PMDB) está retirando direitos fundamentais de índole social. “Na educação, o desmonte será de grandes proporções. O fato de um governo provisório estar propondo mudanças de tamanha envergadura no texto constitucional, com amplo impacto na organização da sociedade, especialmente sob o aspecto da retirada de direitos fundamentais conquistados ao longo de décadas, faz com que a Emenda Constitucional 95 possua vício de origem”, disse.

De acordo com ele, outro agravante é que a flexibilização dos artigos 198 e 212 da Constituição Federal atingirá gravemente o financiamento de duas das principais políticas públicas – a educação e a saúde.

O dirigente alerta ainda para o processo de privatização do pré-sal, implementado por meio da base aliada de Temer no Congresso. Em novembro passado foi sancionada a Lei n° 13.365, que retirou a exclusividade da Petrobras para atuar na área de exploração do pré-sal, afetando diretamente o orçamento educacional no país.

Outro agravante é que tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 6.726/13, de autoria do atual ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE), que pretende acabar com o regime de partilha na exploração do petróleo e gás natural. Com isso, passa a valer o regime de concessão criado no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Caso seja aprovada, a medida impedirá que a educação obtenha recursos extras para seu orçamento advindos de 75% dos royalties do petróleo e de 50% do montante do Fundo Social. O fundo também prevê a destinação de recursos para outras áreas sociais, além de políticas ambientais. (Da RBA)

(Carta Campinhas, 23/06/2017

Publicado em Segunda, 26 Junho 2017 08:18 fonte: CNTE

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Após derrota do governo no Senado, CUT convoca Greve para enterrar reformas


Presidente da Central, Vagner Freitas aponta que revés no Senado mostra sucesso de estratégia sindical e popular

A melhor notícia neste Dia Nacional de Mobilização, parte do Junho de Lutas, foi a derrota por 10 a 9 da proposta da Reforma Trabalhista (PLC 38/2017) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado.

Diante do revés sofrido pela base do ilegítimo Michel Temer (PMDB), o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, lembrou em encontro com parlamentares da oposição e lideranças do movimento sindical que o resultado era fruto da mobilização da classe trabalhadora.

“A luta dá resultado, pode demorar um pouco, mas dá resultado, sempre deu. Fizemos a maior Greve Geral da história e não era possível que não desse resultado nenhum. E nosso trabalho está certo porque estamos indo aos municípios dizer que quem votar a favor (das reformas) não vai se eleger. Não adianta querer morrer abraçado com o Temer, porque ele tem prazo de validade. Deputado e senador que quiser se eleger precisa do voto do povo e o povo não vai votar em que acabou com o trabalho dele, com a carteira assinada dele, com as férias e com a aposentadoria”, apontou.

O dirigente reforçou ainda a necessidade de aprofundar o trabalho de base para a Greve marcada para o próximo dia 30.
“A greve do dia 30 tem de ser mais forte do que foi a do dia 28 de abril. Vamos mostrar nas bases que governo tevea primeira grande derrota na proposta das reformas e com a greve do dia 30 poderemos enterrar de vez as reformas.”

Escrito por: CUT Nacional • Publicado em: 20/06/2017 - 18:02

A privatização da educação é uma tendência mundial e precisa ser combatida


Logo cedo nesta terça-feira (20), antes do início do Seminário Nacional “Privatização e Mercantilização da Educação no Brasil”, diretores da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) foram à Rodoviária do Plano Piloto para panfletar e conscientizar a população para defender os direitos dos trabalhadores em uma Greve Geral no dia 30 deste mês. 

Em seguida, na abertura do evento, antes da apresentação de pesquisas, a secretária geral da CNTE e vice-presidente da Internacional da Educação para a América Latina (Ieal), Fátima Silva, ressaltou que a educação é um todo, desde a básica até a superior. “Os estudos vão servir para que a gente enfrente de vez, nesse pós-golpe, a privatização, que já víamos no nível superior e que, agora, vem para todos os níveis. Temos que ir às ruas para defender a educação pública de qualidade e enfrentar a comercialização da educação”, afirmou.

Para o secretário de Relações Internacionais da Confederação e vice-presidente da Internacional da Educação (IE), Roberto Franklin de Leão, as pesquisas dão sinais de que o país caminha de forma bastante acelerada nos rumos de privatizar a educação brasileira. “Temos visto nossas escolas serem entregues às organizações sociais, e isso leva ao sucateamento da educação, tendo em vista única e exclusivamente o lucro. Isso é uma política no mundo inteiro”, esclareceu. Por isso, a Internacional da Educação resolveu fazer uma campanha mundial contra a comercialização da educação e contra a privatização do ensino. “É muito importante esse seminário para mostrar como vive o nosso país, onde tudo está à venda, e para que fiquemos atentos e lembremos que a educação é um direito”, complementou Leão.

O coordenador regional da Internacional da Educação para a América Latina, Combertty Rodriguez Garcia, apresentou a Pesquisa Privatização e Mercantilização da Educação no Brasil no contexto da resposta mundial à privatização da Internacional da Educação. Ele reafirmou a tendência mundial da questão, que se desenvolve há várias décadas e que, hoje, se acentua. “Há empresas nacionais e internacionais lucrando com o fundo público para fazer negócios privados para conter e deslegitimar os sistemas educativos públicos. Nesse sentido, a Internacional da Educação instalou uma campanha mundial para conter e confrontar precisamente o comércio e a privatização da educação. Neste país, temos três organizações afiliadas (CNTE, Contee e Proifes) que, em conjunto, planejamos desenvolver uma campanha efetiva de divulgação e contenção do que é essa tendência no Brasil”, explicou.

Segundo Combertty, parte dessa tendência é justificada porque a maioria dos governos da América Latina, assim como o Brasil, quer uma aliança ou uma associação do público e do privado. “Diz-se se que há que utilizar os recursos públicos para que os privados possam investir, mas o que não se diz é que os recursos privados lucrados são recursos públicos com que terminam lucrando os privados. A verdade é que quem ganha nessa relação é o privado. O público, o governo, coloca os recursos, e o privado utiliza e lucra com isso. O privado não tem necessariamente a vocação de um benefício social. Isso é o que marca a associação público-privada”, concluiu.

Educação no Congresso Nacional

Depois, a consultora e colaboradora do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Maria Lúcia Santana Braga, apresentou a pesquisa A Bancada da Educação no Congresso Nacional Brasileiro: Perfil e Agenda Privatista. O estudo foi elaborado pelo Diap e pela CNTE. Para Maria Lúcia, a bancada brasileira de educação é bastante atuante no Congresso Nacional, tanto no Senado quanto na Câmara dos Deputados, e que tem também uma agenda muito importante para a educação como um todo.

“A nossa pesquisa detectou que essa bancada age conforme uma diversidade de interesses. Nós temos uma bancada muito heterogênea, que inclui empresários da área de educação, empresários de forma geral e também professores, educadores, sindicalistas. Então, nós temos um debate e uma agenda que estão em disputa, seja em torno da educação pública gratuita seja de uma educação privada”, resumiu a consultora do Diap.

Além disso, ela apontou que, pela pesquisa, feita em 2015, foi detectado que entre 60% e 70% da bancada, dependendo se questão é sobre educação básica ou superior ou aplicação dos recursos, há uma maioria que defende a aplicação dos recursos públicos na educação pública. “Esse é um dado muito importante que orienta a atuação da bancada da educação como um todo. A educação é um elemento chave na construção da consciência individual e coletiva das pessoas e devemos continuar atuando nesse sentido”, completou Maria Lúcia.

Para o secretário de Assuntos Educacionais da CNTE, Gilmar Soares Ferreira, conhecer a realidade da educação brasileira é fundamental para que as entidades de base da CNTE possam coordenar melhor as ações a serem desenvolvidas para o enfrentamento de toda a forma de privatização. “Nós temos a expectativa de que, a partir daqui, continuemos a fazer pesquisas, a promover conhecimento para estarmos cada vez mais preparados para fazer o enfrentamento dessa tentativa de transformar a educação em uma mercadoria sem se preocupar com a formação humana e profissional dos nossos filhos ou pelo menos os filhos da maioria da população que está na escola pública”, afirmou Gilmar.

O evento tem a participação e o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Internacional da Educação (IE), da Federação dos Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee). O seminário continua nesta quarta-feira (21).

Fonte: CNTE.


Dirigentes do SINTEAC participam da 9ª edição do Projeto "Interagindo com a Aprendizagem" na Escola 15 de Junho



As escolas municipais José Augusto de Araújo e 15 de Junho realizaram no último sábado, 17, mais uma etapa do Projeto INTERAGINDO COM A APRENDIZAGEM, 2ª fase e 9ª Edição. O evento aconteceu na escola de ensino fundamental 15 de Junho localizada na BR 364 sentido Tarauacá-Feijó.


Os dirigentes do SINTEAC Lauro Benigno(presidente) e Eurico Paz(vice-presidente) estiveram presente no evento, pois o sindicato é um dos parceiros deste importante projeto para as comunidades das duas escolas.

Alunos das duas unidades participaram de gincanas e atividades esportivas, além de outras atividades desenvolvidas para proporcionar momentos de interação entre as comunidades escolares e a troca de experiências entre os profissionais da educação, descontração, lazer e aprendizado para o aluno. 

O projeto foi idealizado em 2009, pelo professor Lauro Benigno, na época gestor da Escola José Augusto e pelo professor Aderlândio, quando gestor da 15 de Junho. Desde então as edições vem sendo desenvolvidas entre as duas comunidades escolar de forma alternada e em duas etapas, uma no primeiro semestre e outra no segundo semestre.

O Projeto interagindo com a Aprendizagem tem como objetivos principais:

• Integrar os estudantes de forma que os mesmo retenham conhecimentos através do processo de vivência em atividades práticas, correlacionada com atividades teóricas de sua unidade de ensino;

• Incorporar a importância do conhecimento e o prazer de aprender através da integração de diferentes linguagens;

• Promover situações de aprendizagem e conhecimento dentro de uma diversidade de assuntos, tentando relacioná-los com o meio onde moram ou com outra comunidade escolar;

• Proporcionar troca de experiências pedagógicas entre professores, diretores e coordenadores de escolas com realidades diferentes.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

DATA-BASE MUNICIPAL 2017.


Atendendo uma reivindicação do Sinteac, a prefeita de Tarauacá Marilete Vitorino, juntamente com seu vice-prefeito Chico Batista, bem como sua equipe financeira, atendeu na manha desta quarta-feira (14), a direção do Sinteac em seu gabinete, para mais uma rodada de negociação a respeito da data-base dos servidores e educação da rede municipal.

Na oportunidade foram apresentados os números e cálculos referentes às receitas e despesas da municipalidade.

A prefeitura ficou de reenviar uma nova proposta até a próxima segunda (19).

O presidente do Sinteac Lauro Benigno informou que, ainda na próxima semana, o Sinteac estará convocando uma assembléia geral com toda a categoria, e já poderá deliberar um indicativo de greve geral, caso a proposta não seja de acordo com o entendimento da categoria.





quarta-feira, 14 de junho de 2017

“AULAS DE VIOLÃO” NO SINTEAC TIVERAM INICIO.


Com a presença de alunos, associados e pais de alunos, teve início na noite desta terça-feira (13), as aulas de violão do Sinteac de Tarauacá.

A aula inaugural iniciou com uma fala do presidente do Sinteac professor Lauro Benigno, que fez toda uma apresentação do projeto, e em seguida houve uma participação musical do professor que irá ministrar as aulas, o musico Julio Cesar.

As aulas acontecem todas as segundas, quartas e sextas-feiras, nos horários (manhã de 8h as 9h e de 9h as 10h) e (tarde de 14h as 15h e de 15h as 16h). as aulas são gratuitas e direcionadas a associados e dependentes de associados.
 











  
  
  





FERIADO DE CORPUS CHRISTI.


O Sinteac informa a seus Associados e Dependentes, que em virtude do feriado de Corpus Christi, sua sede administrativa, não estará funcionando  nesta quinta-feira (15),  voltaremos na sexta-feira (16) com expediente normal. no entanto o espaço do clube com piscina estará funcionando.

Grato! a Direção.

DATA BASE MUNICIPAL 2017 - APROXIMA-SE O PRAZO FINAL.


Aconteceu na ultima sexta-feira (9), uma reunião entre a diretoria do Sinteac representada pelos dirigentes (Eurico Paz, Lauro Benigno, João Maciel e Raimundo Brasil) com o secretário de educação Rosenir Arsênio.

Na pauta foi discutido a contra proposta de Data-Base municipal 2017, enviada a SEME pelo Sinteac, que ora fora apresentada em discussão na ultima assembléia da categoria dia 26/05/2017. Dentre as quais podemos destacar: o reajuste de 7.5%, reformulação do PCCR, redução de carga horária para funcionários de apoio, e criação do fundo previdenciário municipal e ou retorno do FGTS.  

Na oportunidade havia sido estabelecida a data de 09 de junho (sexta-feira) passada, para que a prefeitura se manifestasse sobre a proposta enviada.

No entanto o secretario, pediu que o prazo se estendesse até terça-feira (13). O fato é que hoje já são quarta-feira(14), e o Sinteac ainda não recebeu nenhuma manifestação da Prefeitura de Tarauacá a respeito, e portanto, logo mais estará anunciando uma nova convocação de Assembleia Geral da categoria, assembleia esta com caráter deliberativo e já com indicativo de greve geral.




segunda-feira, 12 de junho de 2017

CONVITE AOS INSCRITOS PARA AULAS DE VIOLÃO DO SINTEAC.


O Sinteac convida todos Associados e Dependentes, que estão inscritos nas aulas de violão, para participarem da aula inaugural que acontecerá nesta terça-feira(13), às 18h. na sede do Sinteac.

Observe: Você que tem interesse em participar, ainda ha vagas! corra e inscreva-se.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Brasil é denunciado na OIT. ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO.


Organização tripartite aponta que reforma trabalhista infringe convenções.

As centrais sindicais brasileiras Central dos Sindicatos Brasileiros – CSB, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB, Central Única dos Trabalhadores – CUT Brasil, Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores – UGT e Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST presentes na 106ª Conferência Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho – OIT vêm a público esclarecer sobre a inclusão do Brasil na lista de casos de países que violam normas internacionais do trabalho. 

Este ano o Brasil consta da “lista longa” de 40 casos por violar a convenção 98 da OIT que trata sobre o direito de sindicalização e de negociação coletiva. Porém o caso brasileiro não foi incluido na chamada “lista curta” dos 24 casos a serem analisados na Comissão de Aplicação de Normas da OIT nesta Conferência. 

A denúncia que as centrais brasileiras fizeram ecoou na Comissão de Aplicação de Normas da OIT, tendo amplo apoio de organizações de trabalhadores de diversos países. Além disso, o caso não será arquivado, como falsamente foi divulgado pela imprensa. Pelo contrário, ele será retomado em qualquer um dos órgãos de controle da OIT e caso o projeto de lei de reforma trabalhista seja aprovado, se consolidará como nova denúncia na próxima Conferência da OIT em 2018. 

A OIT é uma organização tripartite e a inclusão na lista de casos a serem analisados é feita sempre por consenso entre as representações de todo o mundo. A posição defendida pelo setor patronal e o governo brasileiro em conjunto com o capital internacional para que o Brasil não entrasse na lista de casos da OIT deste ano comprova a estratégia de desregulação e precarização das relações de trabalho no Brasil e no mundo, estrategia que tem sido constantemente denunciada pelas centrais brasileiras e confederações sindicais internacionais.

Diferentemente do que disse o relator da proposta de reforma trabalhista, deputado federal Rogerio Marinho (PSDB), em Genebra, Suica e divulgado pela imprensa brasileira, a OIT, por meio da Comissão de Peritos e do seu Departamento de Normas declarou que a proposta de reforma trabalhista infringe, sim, as Convenções 98, 151 e 154, ao prever que negociações entre patrões e empregados se sobreponham a lei. 

Vale destacar que frente ao grave cenário de ataques a direitos sociais, trabalhistas e sindicais, as centrais brasileiras convocaram um ato público e unitário para o dia 12 de junho, às 18 horas, em frente à Organização das Nações Unidas – ONU na Place des Nations em Genebra, Suiça ainda no marco da Conferencia Internacional do Trabalho da OIT. O ato denunciará os ataques aos direitos da classe trabalhadora, a organização sindical e a crescente violência promovida pelo Estado brasileiro. 

Central dos Sindicatos Brasileiros – CSB
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB
Central Única dos Trabalhadores – CUT Brasil
Força Sindical
União Geral dos Trabalhadores – UGT
Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST

FONTE: CUT.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

1º CONFERENCIA MUNICIPAL SAÚDE DA MULHER.


Com o tema: “saúde das mulheres - desafios para integridade com eqüidade”.

Aconteceu na manha desta quinta-feira no auditório do CEDUP, a 1º CONFERENCIA MUNICIPAL SAÚDE DA MULHER. 

Na oportunidade se fizeram presentes os dirigentes do Sinteac professores Lauro Benigno e Eurico Paz, tendo como representante da entidade a professora Maria Do Carmo.