quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Sinteac convoca assembleia extraordinária para discutir mudanças na VDP e Lei Naluh



O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre se reúne na quinta-feira, 17, em assembleia extraordinária, às 16 horas, na sede da entidade para discutir sobre as mudanças na Lei Naluh e decreto que muda as regras da VDP (Valorização para o Desenvolvimento Profissional). A categoria é contra reformulação da Lei Naluh Gouveia, que estabelece regras claras para quem completou o tempo de contribuição, mas não atingiu a idade que permite ingressar com o pedido de aposentadoria no Acreprevidência. A proposta tramita na Aleac.

De acordo com presidente do Sindicato da Educação, Rosana Nascimento, os novos critérios da VDP não garantem o pagamento do bônus no fim do ano. Para o funcionário de escola receber o benefício, precisa apresentar 100% de frequência, enquanto os professores a elevação dos indicadores dos exames nacional de avaliação do Ministério da Educação (MEC). (Com informações do AC24HORAS)

“Não vão nos intimidar. Fomos eleitas para defender a categoria”, diz Rosana ao ser processada por diretora.

A coordenadora de Zoneamento da Secretaria de Estado de Educação (SEE), Maria do Socorro Lima de Oliveira, está processando as sindicalistas Rosana Nascimento, Marcia de Souza Lima de Carvalho e Gizelda Maria da Silva por danos à honra e à imagem. As professoras, que são da direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre(Sinteac), teriam veiculado um vídeo nas redes sociais no qual a coordenadora estaria pressionando alguns trabalhadores em educação para não aderirem a última paralisação.

A ação, que tramita no 2º Juizado Criminal da comarca de Rio Branco, é, na opinião de Rosana Nascimento, apenas mais um ato de perseguição perpetrado pelo governo do Estado. “Flagramos essa senhora cometendo assédio moral contra os trabalhadores. Ela é quem responderá na justiça”, rebateu a sindicalista, afirmando que Maria do Socorro cometeu “uma ação de gestão”.

O episódio é apenas mais um capítulo da queda de braço travada entre membros do Sinteac e o governo estadual que iniciou durante a última greve, que durou mais de dois meses. “Isso não irá nos intimidar. Fomos eleitas para defender a nossa categoria, aliás, essa é a função principal de um sindicalista. Ser processada por algumas figuras deste governo chega a ser uma honraria”, ironizou Rosana Nascimento. 

(Com informações da Contilnet)

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