sexta-feira, 21 de junho de 2013

DATABASE ESTADUAL: TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DA REDE ESTADUAL DELIBERAM GREVE GERAL

 
Greve está programada para iniciar na próxima terça-feira (dia 25 de junho). Principal pauta de reivindicação de aumento salarial não foi atendida.
Após meses de tentativa de negociação com o estado, os profissionais da educação deliberaram greve geral por tempo indeterminado a partir da próxima terça-feira (25), em assembleia geral realizada nesta quinta-feira (20), em frente ao Palácio Rio Branco. Desde abril, os profissionais discutem a proposta de reformulação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), a aprovação da data-base e o aumento salarial.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre (Sinteac) João Sandim, a contraproposta apresentada pelo governo não foi satisfatória para a categoria. A principal reivindicação, referente ao aumento salarial, não foi atendida. "Nós tivemos uma extensa reunião com a equipe de negociação do governo estado e infelizmente só alguns pontos específicos foram garantidos. Nossa principal pauta, que trata do aumento de 15%, referente a inflação de 2011 e 2012, mais ganho real, isonomia salarial dos professores de contrato provisório com os professores do quadro efetivo e outros pontos receberam negativas por parte do governo", diz.
Duas principais pautas de reivindicações referentes a reformulação do PCCR tratam do cumprimento da Lei 12.014, que transformou um funcionário de escola em um profissional da educação, garantindo o piso salarial e o plano de carreira do pró-funcionário, respeitando seu tempo de serviço e a jornada de trabalho. Além de definir a redistribuição, tanto de professores quanto dos demais funcionários.
Ainda segundo João Sandim, o governo alega que não tem condições de implementar essas políticas neste ano. "Eles dizem que só a partir de novembro poderão discutir toda e qualquer pauta que onera a folha de pagamento do estado. Como já foram dados vários prazos, tanto para o estado quanto para a prefeitura, vamos oficializar o Ministério do Trabalho para fazermos uma greve dentro da legalidade", afirma.

Fonte: (Rayssa Natani/ Do G1 Acre)

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