sábado, 30 de maio de 2009

ACABOU A PACIÊNCIA: SERVIDORES MUNICIPAIS CONSIDERAM RIDÍCULA A PROPOSTA DA PREFEITURA E ANUNCIAM GREVE PARA A PRÓXIMA QUARTA FEIRA.


Secretária Ciméia Bayma sozinha  e abandonada pelo Prefeito apresentou uma proposta que não contempla a categoria.

Presidente João Maciel comanda a Assembléia

Servidores no limite da paciência 

Na próxima quarta feira eles vão ocupar, pacificamente, a Secretaria de Educação


Reunidos em assembléia geral na última sexta feira, 29 de maio, os Trabalhadores da Rede Municipal de Educação decidiram radicalizar o movimento da categoria e anunciam a suspensão de suas atividades pra próxima quarta feira, dia 03 de junho.

Os motivos da decisão da categoria segundo o presidente João Maciel foram vários:

1-        Desde o início do ano o sindicato vem tentando negociar com a prefeitura a data-base da categoria e a o governo municipal nunca deu a menor atenção;

2-        Enquanto o tempo foi passando o Prefeito foi nomeando indiscriminadamente um grande número de funcionários com contratos provisórios e prestadores de serviços o que fez com que o quadro de pessoal da Secretaria chegasse ao número absurdo de 930 funcionários (dados da própria secretaria);

3-        Enquanto o sindicato insistia em abrir o processo de negociação o Prefeito continuou gastando o dinheiro do Fundeb como bem entendeu e comprometeu toda a receita do Fundo;

4-        A nova Secretária de Educação pediu um prazo para apresentar uma proposta ao sindicato e no documento enviado ao sindicato não consta nenhum avanço para a categoria;

5-        O sindicato afirma e reafirma que não tem condições de negociar somente com a secretária pois a mesma não tem poder de decisão e nem tem conhecimento suficiente para resolver a questão;

6-        O sindicato ainda insiste que é possível encontrar uma solução negociada e que para isso deve haver interesse do Prefeito;

7-        Só restou para a categoria o instrumento da greve como forma de pressão para forçar o Prefeito à mesa de negociação.

 

Na próxima quarta feira, 03 de junho, os Trabalhadores em Educação farão uma nova reunião e provavelmente vão fazer uma ocupação pacífica no prédio da Secretaria de Educação para exigir que suas propostas sejam atendidas.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

GOVERNO DO ESTADO E SINTEAC DEVEM FECHAR NEGOCIAÇÕES HOJE.

O resultado final das negociações do Sinteac com o Governo do Acre, deve ser apresentado hoje e deverão ser marcadas assembléias em todos os municípios acreanos para que seja apresentado para toda a categoria o documento final com o resultado das negociações.
A data das assembléia ainda não foi definida pela entidade.

SEXTA FEIRA DECISIVA: NOVAS NEGOCIAÇÕES COM A SEME PELA MANHÃ E ASSEMBLÉIA PARA OS SERVIDORES PELA TARDE

O Sinteac está convocando todos os Servidores da Educação Municipal para mais uma assembléia na próxima sexta feira, 29 de maio, às 16 horas no auditório da entidade.
Ontem, 26 de maio, finalmente a diretoria reuniu-se pela primeira vez com a Secretária Municipal de Educação para que o Governo Municipal apresentasse uma resposta ao documento enviado à secretaria contendo a pauta de reivindicações da data-base da categoria em 2009.
A Secretária informou que a secretaria passa por dificuldades financeiras, mas, que na próxima sexta feira, pela manhã, garante apresentar uma contra - proposta.
A reunião com a equipe da secretaria está agendada para as 10 horas no gabinete da secretária.

domingo, 24 de maio de 2009

COMO ANDAM AS NEGOCIAÇÕES COM O GOVERNO DO MUNICÍPIO

Na segunda feira da semana passada, dia 18 de maio, a Diretoria do Sinteac fez uma visita à Secretária Municipal de Educação, Professora Ciméia Bayma, e na conversa com a mesma ficou entendido qu durante toda a semana ela iria reunir com sua equipe e com o prefeito para discutir sobre as reivindicações dos servidores da educação municipal.
Uma nova conversa com a diretoria do Sinteac está marcada para esta segunda feira, 25 de maio, as 15 horas, onde a secretaria deverá apresentar o resultado das reuniões do governo.

COMO ANDAM AS NEGOCIAÇÕES COM O GOVERNO DO ESTADO.

O presidente João Maciel está em Rio Branco acompanhando as negociações do Sinteac com o Governo do Estado.
Segundo o Presidente, na semana passada aconteceram duas reuniões. Uma, na quinta e outra, na sexta feira.
Como Sinteac e Governo ainda não chegaram a um entendimento, uma nova rodada de negociações foi marcada para esta segunda feira dia 25 de maio.
Os principais pontos de debates nas reuniões são os seguintes:

1. Implantação do Piso Salarial Nacional;
2. A volta da Regência de Classe para professores;
3. O piso salarial para os Servidores Administrativos (apoio);
4. A implantação do Curso Superior para Servidores Administrativos (apoio);

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Sinteac promove debate contra violência nas escolas

Lane Valle - lanevalle@pagina20.com.br   
21-Mai-2009
Sindicato quer constituir comissão permanente de discussão

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Aconteceu na manhã de ontem, no auditório da escola Armando Nogueira, um encontro promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores do Acre (Sinteac) com gestores e coordenadores de ensino para  realizar o debate contra violência nas escolas. O tema está preocupando alunos e professores, pois a onda de violência que vem ocorrendo nas últimas semanas em alguns estabelecimentos públicos de ensino da capital vem assumindo proporções tais que a escola não sabe que medidas tomar para solucionar o problema.

De acordo com o presidente do Sinteac, Manoel Lima, o sindicato convidou mais de 140 escolas para participar do debate contra a violência nas escolas, para que todos pudessem relatar a real situação vivida em sala de aula. Ele afirma que não estão procurando culpados, mas soluções para o problema.

“Precisamos sensibilizar o governo do Estado e o prefeito de Rio Branco a criar conselhos em vez de CPI, pois sindicância nas escolas não vai resolver o problema, e a solução, certamente não está em apontar culpados. É necessário um acompanhamento especial, realização de palestras preventivas, por esses jovens com psicólogos, e fazer uma triagem dos alunos que demonstram agressividade dentro das escolas. A violência muitas vezes que vem de casa acaba refletindo na sala de aula”, ressalta.

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A preocupação do sindicato é que nesse momento se possa constituir uma comissão permanente de discussão sobre a violência nas escolas, para achar respostas tanto para os educadores como os pais, que estão aflitos pela violência que vem ocorrendo dentro das escolas.

“Precisamos diagnosticar o problema, pois, fazendo isso, encontrar o remédio se torna bem mais fácil”, conclui Lima.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Enquanto o executivo IBERNA, a esperança do povo se volta para o Legislativo.


Já se vão quatro meses e meio em que o Prefeito Vando Torquato tomou posse para o segundo mandato, juntamente com sua vice a Professora e Advogada Marilete Vitorino.
Até o momento o povo presencia uma cidade "parada" no tempo.
O Prefeito Vando continua muito distante da prefeitura e do povo. Seu "trabalho" se resume na administração de suas posses. Vando continua a desfilar numa caminhonete de vidro escuro e só aparece na cidade de vez em quando.

Alunos agressivos reproduzem violência familiar

< Segundo psicóloga a violência começa no pré-escolar e atinge até alunos universitários.

Em entrevista ao Notícias da hora, a psicóloga Maria Julieta analisou como grave o quadro de violência nas escolas públicas. A professora universitária disse que o que foi divulgado até agora é apenas a ponta do iceberg de uma situação caótica que exige o esforço de toda sociedade.
Mestre em psicologia, durante nove anos no Acre, Julieta trabalha com alunos desde a pré-escola até o ensino superior. Ela faz um alerta ao processo de democratização da educação afirmando que o professor vem sendo colocado numa situação vexatória.
“A escola não pode fazer o papel da família”, disse a especialista. O perfil dos alunos impulsivos que chegam à agressividade é de filhos de pais separados, envolvidos com drogas e com situações de violência dentro das famílias.
Para Julieta o Estado precisa mudar a visão de sua polícia para depois colocá-la dentro das escolas. E pediu mais investimentos em marketing educativo.
Longe de defender a escola tradicional, a psicóloga acredita no diálogo como alternativa para a crise, mas disse que a sociedade precisa colaborar na busca por auto ajuda e numa nova visão do papel da psicologia. Confira a entrevista.
NOTICIAS DA HORA – O que estamos vivendo é apenas um surto ou vivemos mesmo uma situação de violência nas escolas?
Maria Julieta – Eu atendo alunos desde a pré-escola até a faculdade e me deparo todos os dias com situações vexatórias. A empatia com o professor, seus colegas, acaba interferindo no rendimento escolar. Essa pessoa apronta tanto, que quando não consegue resolver alguma atividade acha que é vingança do professor. Isso gera a impulsividade. Porque esse aluno acha que não pode ser cobrado. O aluno passou a entender que pode tudo e o professor não pode nada.
NOTICIAS DA HORA – A impulsividade já é um comportamento de violência?
Maria Julieta - Da impulsividade para a agressividade é somente um pulo. Está transformado o caos na educação. A criança muito violenta, por mais inteligente que seja tem dificuldade de aprender porque tem dificuldade de viver em grupo, briga com seus colegas, vivem na defensiva.
NOTICIAS DA HORA – Mas por que essa criança leva esse comportamento impulsivo para dentro da sala de aula?
Maria Julieta – Primeiro porque os pais têm dificuldades de impor limites aos filhos. Eles acham que educar é apenas dizer sim. Então fica difícil porque isso acontece desde criancinha, então quando chega ao ensino fundamental isso se torna impossível. Como educadores a gente pode chamar e orientar, mas não podemos assumir o papel da família.
NOTICIAS DA HORA – A senhora acredita que o problema é de família?
Maria Julieta – Eu tenho certeza. Os pais têm que acabar com essa visão de apenas colocar os filhos na escola ou de querer entregar para o Conselho Tutelar. Mas assumir o papel de educador e ter a escola como parceira, participar das reuniões, estreitarem a relação com os professores. Hoje acontece o contrário, eles trabalham o dia todo e simplesmente entrega seus filhos a escola, achando que a escola pode fazer tudo.
NOTICIAS DA HORA – Por que a senhora fala de situações vexatórias?
Maria Julieta – Porque o professor vem perdendo a referência de detentor do saber, não existe, mas respeito ao professor como uma autoridade dentro da sala de aula.
NOTICIAS DA HORA – A senhora não estaria defendendo um professor do modelo tradicionalista?
Maria Julieta - Não estou defendendo o autoritarismo sem diálogo, mas a autoridade com diálogo. O aluno acha que o professor não pode exigir. O professor tem marcado seu posicionamento, mas o aluno não dar importância. Então se eu não admiro o professor, se eu não respeito o professor como eu posso ter interesse em aprender com ele ou dele ser mediador do meu aprendizado? Na hora que vem a prova, eles acham que o professor está se vingando dele. Isso é realidade até de faculdade. Como eles abusam muito de sua disciplina, eles estão sempre esperando vingança do professor. Qualquer atitude que ele tem é mal interpretado. Então o professor vive numa situação super difícil.
NOTICIAS DA HORA – Esse aluno impulsivo não está levando para dentro da sala de aula, algum tipo de realidade?
Maria Julieta - Mas que a televisão e a internet, as crianças e os adolescentes levam para dentro das escolas a agressividade que elas vêem no relacionamento dos pais. Eles são referências em tudo. Muitos filhos de policiais querem ser policiais quando crescerem porque têm os pais como ídolos, mas tem a policia como uma instituição que mata. Precisamos mudar essa realidade. Seja filho de policial ou não, são filhos de uma realidade de violência em casa. A criança tem como referência aquele que pode tudo. Então fica aquele ideal de que quanto mais eu cresço mais violento eu sou, mas poderoso eu sou. Ai a capacidade de aprendizado da criança fica muito prejudicada.
NOTICIAS DA HORA – Esse é o perfil do aluno impulsivo?
Maria Julieta – Sim, é filho de policiais, filhos de casais separados, com problemas de drogas na família, o esfacelamento da família vem provocando os maiores problemas sociais em todo o mundo.
NOTICIAS DA HORA – E qual a saída, o reforço do policiamento, a capacitação dos profissionais, isso vai ajudar na diminuição dessa violência?
Maria Julieta – Deve é fortalecer mais a educação entre os profissionais que trabalham na escola, os alunos e a comunidade e das famílias com a escola. Tem que ter esse compromisso.
NOTICIAS DA HORA – E onde o Estado entra nessa história, não parece que está se querendo jogar toda culpa na família?
Maria Julieta – E você quer que eu diga isso? Veja bem, acho que a culpa do Estado está no modelo capitalista que estimula o consumismo e faz com que as pessoas não tenham tempo. Esse sistema é pouco cuidadoso, trabalha pouco a solidariedade humana. Acho que o Estado precisa investir mais em propaganda educativa, essa também é outra grande saída. Mas estamos diante de um problema que exige um esforço de todos.
Por JAIRO CARIOCA (Notícias da Hora)18 de maio de 2009

terça-feira, 19 de maio de 2009

DATA BASE ESTADUAL: Dirigentes dos municípios vão à Rio Branco para o fechamento das negociações com o Governo do Estado


Na próxima quinta feira, 21 de maio, haverá uma rodada final de negociações com o Governo do Estado sobre a Data Base dos Trabalhadores em Educação.

O Presidente do Núcleo do Sinteac de Tarauacá, viaja para a capital e vai se juntar aos demais dirigentes, para acompanhar a reunião com a equipe do governo.

Professor João Maciel leva na bagagem a responsabilidade de representar os Trabalhadores em Educação de Tarauacá.

Nossa torcida para que as nosssas propostas sejam atendidas pelo governo.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Aniversariantes do mês

Leandro (04/05 )


Adriano (17/05)

Caire (18/05)


Desejamos saúde e paz na vida





A Direção do Sinteac

domingo, 17 de maio de 2009

Pnud: brasileiros querem mais educação e menos violência

Meio milhão de brasileiros elegeram valores com foco em educação e em violência como temas do próximo Relatório de Desenvolvimento Humano brasileiro. O documento será lançado em março de 2010. O resultado foi divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e teve como base consulta popular realizada entre dezembro e abril. A pergunta foi: O que precisa mudar no Brasil para a sua vida melhorar de verdade?


Foram feitas sete audiências públicas nas cidades de Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, Belém, Rio de Janeiro e ainda no Distrito Federal. Outros dez municípios do interior do país receberam visitas de representantes do Pnud. O site www.brasilpontoaponto.org.br, de acordo com o órgão, foi responsável pela metade das participações – escritas e em vídeo.

 

“Há dez anos, não teríamos feito esse trabalho porque não havia internet nas escolas ou a popularização dos celulares”, afirmou o coordenador do relatório no Brasil, Flávio Comim. Ele destacou que, de maneira geral, todos os relatos colhidos pelo Pnud tratam de reclamações dos brasileiros em relação ao que o governo oferece.

 

“Quando você faz uma pergunta aberta, tem a possibilidade de entender não apenas o que está errado, mas o como e o porquê.” Em relação à educação, Comim explicou que a preocupação dos que participaram é mais geral e trata não apenas do quesito qualidade ou do mercado de trabalho, mas de assuntos como a falta de valores nas próprias escolas. A violência cotidiana e a violência como forma de resolver conflitos foram os outros recortes mais mencionados.

 

As políticas públicas também foram tema bastante tratado na consulta popular.  Entre os assuntos transversais, tiveram como destaque, além dos valores, a corrupção e a desigualdade no país.

 

O coordenador destacou que o objetivo do Pnud não é publicar um documento “para que fique na estante”. Para isso, a estratégia, segundo ele, é que os cadernos que irão compor o relatório sejam transformados em produtos que agradem diferentes gostos.

 

“Você pode não ter interesse em ler um relatório de 300 páginas, mas pode ter interesse em ler um quadrinho, em escutar uma música ou em observar um quadro. A gente espera que o relatório gere não apenas uma discussão nacional, mas que seja capaz de chegar na ponta para as pessoas que não participaram.”


sábado, 16 de maio de 2009

Trabalhadores em Educação comemoram avanço nas negociações

Geisy Negreiros

A reunião da última terça-feira entre trabalhadores em educação do Estado e equipe de governo terminou com boas notícias à categoria. Pelo menos cinco pontos das reivindicações foram atendidos. Em coletiva na manhã de ontem, Manoel Lima, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado (Sinteac), informou o resultado das negociações.

De acordo com ele, houve a confirmação da volta da regência de sala aos professores, a implantação do piso Nacional para professor de nível médio, que se estende a aposentados e pensionistas, a elevação do piso para funcionários de escola, incluindo grupo 1 e grupo 2, que hoje está abaixo do salário mínimo e a faculdade para funcio-nários de escola.

Outro importante ponto confirmado na negociação foi a regulamentação da mudança de letra para alguns professores, que deveriam ter mudado de letra em março, mas não conseguiam. “Os professores estarão sendo atualizados na sua carreira, ou seja, da letra A para B, recebendo os 10% de aumento, já no mês de junho, com direito ao retroativo”, assegurou. 

Segundo Manoel, além da volta da regência de sala, que é um incentivo para que o professor permaneça na sala, há também uma discussão em andamento sobre a implantação do 14º salário, outro incentivo concedido ao professor pela produtividade. “Estamos discutindo regras, mas além da regência, o professor deverá receber também um incentivo pela produtividade, que nós estamos chamando de 14º salário do ano”, disse.

A porcentagem de quanto ficará a regência de sala ainda não foi definida, mas a proposta do sindicato é que fique em 25% para ensino médio e fundamental e 30% para as demais modalidades.
Sinteac repudia violência contra os professores 
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação informou que uma reunião foi marcada para a próxima quarta-feira, para discutir a crescente violência nas escolas do Estado. Participarão da reunião as secretarias estadual e municipal de Educação, o conselho estadual e municipal de Educação, Ministério Público Estadual (MPE) o colegiado de alunos do 3º grau (DCE), representação dos estudantes secundaristas, Secretaria de Direitos Humanos e Assembléia Legislativa.

“O Sinteac não pode ficar de braços cruzados diante da onda de violência nas escolas do Estado. O que nós temos de professores sofrendo sindicância por causa de violência, não é brincadeira. Estão transferindo a responsabilidade do Estado e do município para os educadores. Isso é muito perigoso”, criticou.

Fonte: A Gazeta

quinta-feira, 14 de maio de 2009

terça-feira, 12 de maio de 2009

ASSEMBLÉIA DOS SERVIDORES ESTAUAIS SERÁ SEXTA FEIRA, 15.05, ÀS 10:30, NO SINTEAC

O Sinteac de Tarauacá, promove na próxima sexta feira, dia 15 de maio, as 10:30 h, na sede do sindicato, mais uma grande assembléia com servidores da rede estadual de educação.
Na pauta, as últimas negociações gom o Governo do Estado.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

SINDICATOS DE TARAUACÁ VÃO AO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL PEDIR INVESTIGAÇÃO SOBRE PRÁTICA DE NEPOTISMO NA PREFEITURA DE TARAUACÁ

O Sinteac - Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre, o Simtar - Sindicato dos Servidores Municipais de Tarauacá e o STR - Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Tarauacá, através de seus presidentes João Maciel, Marnilsa Martins e Maria Inês, protocolaram no último dia 08 de maio, no Ministério Publico Estadual, um pedido de investigação sobre possíveis casos da prárica de Nepotismo na composição do quadro da administração municipal.
Os sindicatos fizerm um minucioso levantamento com base na relação de secretários, coordenadores e assessores, que a Prefeitura enviou à Câmara Municipal e constatou um verdadeiro "festival" de distribuição de cargos à parentes do prefeito, da vice prefeita e de vereadores aliados.




Marnilsa Martins (SIMTAR), João Maciel (SINTEAC) e Maria Inês (STR)


O documento foi protocolado no MP no dia 08.05.09


Governo e Educação iniciam negociações trabalhistas


Maior categoria do Estado inicia calendário de negociações estipulado pelo Governo
Maior categoria do Estado iniciou o calendário de negociações estipulado pelo Governo A reunião do Governo do Estado com os representantes da Educação, categoria que agrega 50% do funcionalismo público estatal, inaugurou a série de negociações trabalhistas marcadas para o mês de maio.

Entre as reivindicações da Educação foram destacados alguns pontos principais:

o retorno da regência de sala;

aumento de R$ 30 no piso do funcionalismo que hoje é de R$ 420;

implantação do piso nacional para os professores com nível médio (que era R$ 950 e vai passar para R$ 1132,40);

a formação superior para os gestores das escolas de nível médio

e o reenquadramento de tabela.

"Muitos trabalhadores em Educação já estão com idade e tempo de serviço para se aposentar e ainda não estão nem na metade da tabela", explica o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre (Sinteac), Manoel Lima.


Segundo o assessor do Governo, Francisco Nepomuceno, o Carioca, a implantação do piso nacional para professores com nível médio é uma lei federal e, portanto, deve ser obedecida.

"O que nós vamos discutir é como se dará esta implementação. Entre as reivindicações da categoria o que o Governo do Estado considera mais importante é o retorno da regência, pois assim vamos trabalhar a produtividade dos professores e ganhar mais qualidade em sala de aula. Este é um ponto que temos muito interesse em discutir. Acredito que as negociações vão avançar de forma positiva", disse.


Ao final da reunião, os representantes da categoria ficaram de levar os avanços em cada ponto discutido com o governo para a assembléia, que deve acontecer na próxima segunda-feira, 11, e uma nova reunião está agendada com os assessores do Governo para terça-feira, 12.
Notícia publicada no site da Agência de Notícias do Acre

sábado, 9 de maio de 2009

PARA AS MAMÃES TRABALHADORAS EM EDUCAÇÃO.

UM DIA,
QUANDO AS PORTAS SE FECHAREM PRA VOCÊ
BUSQUE AS JANELAS,
SIGA SEU SONHO,
NÃO TENHA MEDO
QUANDO A CHUVA DA INCERTEZA
INUDAR O SEU SOSSEGO
QUANDO A ESCURIDÃO DOS DIAS
LHE IMPORTUNAR.
NÃO TENHA MEDO,
O CLARÃO DA NOITE
FAZ VOCÊ PENSAR

QUANDO TEU BARCO
ESTIVER POR AÍ A DERIVA,
NAS ONDAS DO AR,
DEIXE TEMPO PASSAR.
NOS VENTOS DE UM NOVO TEMPO
VOCÊ VAI ENCONTRAR,
UM BOM LUGAR PARA APORTAR

E ASSIM SERÁ
POIS SOL,
ÀS VEZES,
DEMORA A SORRIR.

O DIA NEM SEMPRE CHEGA CEDO
MAS NUNCA TE DEIXA SOZINHO
ELE ESPERA...

O TEMPO EM SEGREDO.

(Professor Raimundo Accioly)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

NOVA SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PROFESSORA CIMÉIA BAYMA PEDE UM TEMPO PARA APRESENTAR UMA CONTRA PROPOSTA AO SINTEAC E CATEGORIA ACEITA




Em nova Assembléia realizada nesta quarta feira, 06 de maio, com os Trabalhadores em Educação da Rede Municipal, a categoria resolveu atender um pedido da Nova Secretária de Educação do Município Professora Ciméia Bayma.


O presidente do Sinteac Professor João Maciel esteve reunido com a nova secretária pouco antes da Assembléia e ela explicou que, por ter assumido agora, precisa de um tempo para estudar a proposta do sindicato, já que o secretário anterior, Professor Jânio Melo, não havia lhe informado sobre o documento com as propostas da categoria que foi mandado para a SEME há mais de 02 meses.


Os Trabalhadores em Educação aprovaram em assembléia a conceção de mais um prazo (de 15 dias) para que a secretária apresenta uma contra proposta.

sábado, 2 de maio de 2009

Piores escolas no Enem têm 60% dos alunos

No país, há 598,7 mil jovens que estudaram em colégios que ficaram abaixo da média nacional; pior situação é das públicas estaduais
Escolas que estão abaixo da média nacional do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) concentram 60% dos estudantes que fizeram a prova. Em números absolutos, são 598,6 mil alunos que se formaram em colégios de baixa qualidade.

Os dados foram tabulados pela Folha, com base nos dados do Ministério da Educação.
Numa escala de até 100 pontos, a média ficou em 49,45. Ficaram abaixo do patamar 11.932 escolas (do total de 19.117).
O Enem é uma prova optativa para alunos que se formam no antigo colegial. O exame, com testes e redação, prioriza o raciocínio frente a situações-problema (por exemplo, uma questão que aborda a melhor forma de vencer o jogo-da-velha). O modelo é diferente de vestibulares, que cobram conteúdo específico do currículo.
A prova é utilizada como parte da seleção de calouros para universidades e para concessão de bolsas de estudo em universidades privadas pelo Prouni (programa federal que beneficia alunos da rede pública).
Assim, nota baixa no Enem significa mais dificuldades para ingressar no ensino superior.
Também aponta problemas na educação oferecida nas escolas.
João Cardoso Palma Filho, vice-presidente do Conselho Estadual de Educação e professor da Unesp, afirma que o dado traz um aspecto positivo, pois 40% dos alunos estão em escolas acima da média.
"Não é tão ruim, mesmo porque aumentou bastante o número de alunos no ensino médio nos últimos anos, a maior parte oriunda do ensino fundamental público. Mas claro que precisaria melhorar", disse.
Ele afirma que, nas escolas de ensino médio de pior qualidade, problemas como a falta de professores e o desinteresse dos alunos, em razão do foco específico no vestibular, prejudicam a aprendizagem.
"A melhora passa por uma necessidade de rever o currículo, não focalizá-lo só no vestibular, melhorar a formação dos professores, a estrutura, com bons laboratórios, por exemplo, e tentar diminuir a evasão, oferecendo disciplinas de caráter técnico profissionalizante."
Problemas na estrutura apareceram, por exemplo, no pior colégio público da capital paulista (escola estadual João Ernesto Faggin). Os alunos reclamam que não têm acesso livre à biblioteca e à sala de informática e que faltam docentes.
A Secretaria da Educação do governo José Serra (PSDB) diz que a unidade está passando por reforma e que as salas de leitura devem ficar abertas.
Problema nas públicas
Os piores resultados aparecem nas escolas públicas mantidas pelos Estados: 73,4% dos seus alunos estudaram em colégios abaixo da média. Na rede particular, a taxa foi de 2,4%. O melhor desempenho apareceu na rede federal (1,9%).
O presidente do Inep (instituto do MEC responsável pelo exame), Reynaldo Fernandes, afirmou que vai analisar os dados, pois o órgão priorizou os resultados por escola, e não análises globais do sistema.

Fonte: Folha de S. Paulo, 30/4/2009

O movimento sindical e a Conferência Nacional de Educação

Augusto Petta

A atual crise do sistema capitalista escancara a inviabilidade do neoliberalismo. Os neoliberais exaltavam tanto o Estado Mínimo e agora, de forma oportunista, recorrem ao Estado para buscar a solução da crise. Fracassou o modelo neoliberal!
A questão que se coloca agora é saber qual o modelo que o substituirá. Evidentemente que a disputa de projetos insere-se na luta de classes em curso no Brasil e no Mundo. Nós, que praticamos o sindicalismo classista, defendemos, um projeto nacional de desenvolvimento com valorização do trabalho e distribuição de renda, como uma etapa importante para atingirmos nosso objetivo estratégico que é o socialismo.
Na elaboração deste projeto, torna-se de fundamental importância a constituição e o fortalecimento dos Sistemas Nacionais relacionados às políticas públicas: saúde, educação, ciência e tecnologia, esporte, comunicação e tantas outras.
Pela primeira vez na História do Brasil, O Estado brasileiro, através do Ministério da Educação, convoca uma Conferência Nacional de Educação do porte da que está sendo convocada para abril de 2010. Será precedida de Conferências Municipais e Estaduais que debaterão o documento base que norteará todos os debates e conclusões da Conferência Nacional. Na Conferência, participarão representantes do Governo Federal, entidades ligadas à educação, ciência e tecnologia, entidades empresariais, Secretarias Municipais e Estaduais da Educação, movimento sindical, movimento estudantil e movimentos sociais em geral. Estarão em debate propostas representativas de interesses diversos e muitas vezes antagônicos.
Segundo a Professora Madalena Guasco Peixoto, Coordenadora Geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino- CONTEE, "durante as etapas preparatórias, que envolverão milhares d e pessoas, espera-se atingir a maior mobilização nacional em torno da educação jamais vista na história do País. Se todos os envolvidos na Conferência se comprometerem com o seu resultado, teremos no Brasil um novo Plano Nacional de Educação- PNE, construído a partir de uma ampla participação social."

Pois bem, o movimento sindical está sendo chamado a participar e contribuir para a construção de um projeto de política educacional a ser implantado no país! Essa participação está de acordo com a visão classista de defesa dos interesses dos trabalhadores. Não há como nos omitir, sob pena de perdermos a oportunidade histórica de transformar a educação brasileira . As entidades sindicais classistas, ao mesmo tempo que continuam a sua luta incessante por melhores salários e condições de trabalho, têm o dever de se inserir fortemente na luta política e ideológica. Eis uma grande oportunidade de se realizar essa inserção. Independent e de representar trabalhadores e trabalhadoras de empresas públicas ou privadas, de representar trabalhadores e trabalhadoras das intuições públicas e privadas de ensino, o movimento sindical como um todo - pela importância que a educação tem para todos - deve assumir fortemente essa participação visando a construção de um projeto nacional de educação. Os empresários e seus representantes deverão participar de todo o processo que envolve a Conferência Nacional, evidentemente com proposições de defesa dos seus interesses. Por isso, precisamos reforçar a participação dos trabalhadores, se não poderemos ser derrotados . Os empresários concordarão com a proposta de que a educação deve ser um bem público e um dever do Estado e que, portanto deverá ser garantida a educação gratuita, de qualidade para todos? Concordarão com a regulamentação do ensino privado, como meio de combater a mercantilização e a desnacionalização da educação?
Como constatamos, a Conferência Nacional de Educação exige de todos os sindicalistas classistas muita organização e mobilização. Os trabalhadores constituem-se na ampla maioria e precisam fazer valer seus direitos , nessa sociedade tão desigual que vivemos. Fortalecer a educação pública de qualidade significa formar cidadãos críticos e criativos, melhorar o processo de formação dos professores, melhorar as condições de trabalho de professores e funcionários administrativos, diminuir a desigualdade social, ampliar a possibilidade de aumentar o número de trabalhadores empregados. Enfim, significa dar uma grande contribuição para a construção de um modelo econõmico que, diferentemente do neoliberalismo, possa desenvolver um projeto nacional de desenvolvimento com valorização do trabalho e distribuição de renda.

Augusto César Petta é professor e Coordenador-Técnico do Centro de Estudos Sindicais-CES